Release/Histórico
Uma mistura perfeita de riffs alucinantes, bateria de pedais duplos e potentíssimos vocais agregados a letras contagiantes na primeira audição, fez a banda de rock paraense Jolly Joker se consolidar na região norte e em todo o circuito musical no Brasil, sendo destaque na Rock Brigade, Fluir, Bizz, Burn, entre outras publicações.
Presente na cena do rock desde 1990, a Joker percorre os quatro cantos do país levando sua sonoridade ímpar, misturando rock’n’roll e ritmos amazônicos.
Participou de grandes eventos nacionais, circuitos universitários, shows internacionais, eventos para MTV e festivais importantes. Lançou seu primeiro cd, em 1996, e aclamado pela Rock Brigade: “Vocês estão intimados a comprar esta demo!”, tornou-se sucesso de público e crítica e arrebatou prêmios até 1998, quando a banda dispersou.
Em junho de 2005, seus integrantes reuniram-se novamente para comemorar os 15 anos da JJ, num concorridíssimo show no Teatro Gasômetro, em Belém, trazendo-a de volta a ativa para alegria seus fiéis seguidores e a nova geração de fãs.
Contudo, a banda possui nova formação. Ainda liderando a legião de ensandecidos, está o performático vocalista Carlos Ruffeil e seu timbre único, no baixo: Douglas Borges, nas guitarras: Marco Aurélio e Renato Brasil, e na batera; Ruy Pick.
Conhecida por sua inquietude, a JJ está em constante processo de criação preparando-se para lançar seu segundo cd, e junto com ele o “Açaí do Grosso”, uma espécie de “rock amazônico”, uma música agregada às raízes da floresta e capaz de incorporar tendências do mundo inteiro. Sendo assim, é explícita a influência de ícones do rock: Stress, Rolling Stones, Iron Maiden, Led Zepellin, Black Sabath, Who, UFO... culminado na fórmula musical peculiar da Jolly Joker que não se permite a rótulos.
Esta nova safra musical vem composta com o melhor do rock universal e pitadas de carimbo, lundu, guitarradas e batidas modernosas, dando origem a estética musical paraense contemporânea, acoplada às guitarras distorcidas, baixo pesadíssimo, bateria turbinada, voz inigualável e música contagiante num único acorde, prometendo ser impossível ficar indiferente!
Tão inquieta quanto a carga sonora tem sido a agenda da Joker desde seu retorno, no espetáculo de 15 anos, vem realizando shows lotados em Belém e no interior do estado, colhendo os frutos de apresentações em eventos como o FestRock, evento que reuniu milhares de pessoas e onde dividiu a noite com artistas como O Rappa ,Ira!, Pitty; o Amazônia Rock, com DNA e Madame Saatan; abertura de shows do Dr. Sim e Ira!
E nessa nova levada de shows, a banda não perdeu sua essência, continua realizando apresentações ensandecidas e arrebatando novas críticas e resenhas positivas. “Tudo bem que a grande banda do Fest Rock foi a Estereoscope, mas quem roubou a cena foi a Jolly Joker, com Carlos Ruffeil e seu potentíssimo vocal” (Jornal O Liberal)
O seu último grande feito foi o Açaí de 3, promovido, em parceria com as bandas Madame Saatan e Álibi de Orfeu, que realizaram uma noite histórica para o rock paraense, para um público de 3.000 pessoas!
Outra novidade é a mudança de idioma nas letras, que antes eram todas em inglês. As novas composições da banda são todas em português, o que não quer dizer que os antigos sucessos com "Suck My Dick and Die", "If I Gonna Insane", "Who am I", estejam fora dos shows feitos atualmente.