Release/Histórico
No ano de 2001 um grupo de amigos ligados à música e ao artesanato se uniu com a curiosidade comum pelos sons produzidos pelo bambu. Inicialmente interessados pelos pifes (ou pífaros ou pífanos), naturalmente veio o contato também com chocalhos, tambores e outras possibilidades instrumentais com o bambu. A pesquisa sobre a utilização destes instrumentos em diversas culturas, juntamente com as experiências musicais realizadas informalmente em rodas de amigos, levou à criação do Grupo Arte Bambu, no início de 2002.
Desde então o grupo realizou diversas oficinas para crianças e adolescentes em escolas, feiras e festivais. Ao mesmo tempo veio desenvolvendo as técnicas de construção dos instrumentos e se aperfeiçoando na musicalidade de cada um e do seu conjunto.
Em 2004 três colegas do Arte Bambu convidaram um quarto amigo para criar o Grupo Triêro. Com formações e influências musicais bastante distintas (em seguida será feita uma breve apresentação de cada integrante), inicialmente o grupo se divertiu com temas de Luiz Gonzaga, Carlos Malta e Hermeto Pascoal, ainda executados por ele. A empolgação com o novo trabalho levou o grupo à composição de mais de doze músicas em seus primeiros sete meses juntos.
Com um estilo pra lá de descontraído o grupo tem como característica marcante o revezamento dos músicos entre os instrumentos. Com isso, em cada música a banda traz uma formação diferente, produzindo uma grande variedade de timbres e texturas musicais. Enquanto dois integrantes se alternam nas flautas, chocalhos, pau-de-chuva, triângulo e didjeridu (instrumento de sopro cujo som se assemelha ao do berrante), os outros dois levam violão, viola, zabumba, pandeiro e cabacelo (violoncelo de cabaça).
Embora a formação do grupo seja recente, o talento dos músicos e seu bom entrosamento propiciam um espetáculo de alto nível, passando longe do convencional e bem representando a pluralidade da música brasileira.
O grupo esteve no litoral da Bahia, onde fez shows em pousadas, festas e bares. Além de expor e fazer oficinas de artesanato e instrumentos musicais em pousadas e áreas de concentração de turistas.
FORMAÇÃO:
Pedro Verano
Iniciou as aulas de flauta doce aos seis anos na escola onde cursou o ensino fundamental. Na adolescência estudou flauta transversal em escolas de música e com professores particulares. Cursou graduação em música pela Universidade Federal de Goiás, tornando-se bacharel em flauta em 2002.
A partir de 1993 participou, como flautista, da gravação de diversos CDs, com destaque para “Os Ternos Chegaram” do Grupo Sons do Cerrado – ITS/UCG, interpretando arranjos de Jarbas Cavendish e acompanhando músicos consagrados como Carlos Malta e Arismar do Espírito Santo.
Em viagem aos Estados Unidos, nos anos de 1998 e 1999 atuou como flautista na banda Mix Brasil, divulgando a música brasileira em cidades como Boston, Washington, Nova York, Newark, Atlanta, Orlando, Miami e várias outras da costa leste. Na ocasião teve oportunidade de vivenciar diferentes tendências musicais e desenvolver técnicas de improvisação, recurso muito utilizado em suas apresentações atualmente.
Participou, através do Festival Internacional de Flautistas, em 1995 e 2000, no Rio de Janeiro e Brasilia, de master classes com renomados flautistas, dentre eles Felix Hengly, Allan Marion, Sergio Barrenechea.
Durante muitos anos lecionou em escolas e para alunos particulares. Já compôs o elenco de algumas bandas, acompanhou e acompanha diversos músicos em shows. Atualmente é flautista das bandas Coro-de-Pau e Pedra 70, além deste novo trabalho com o Triêro.
Anthony Brito
Na família materna Anthony tem vários parentes músicos, entre eles seu avô, que compunha uma dupla caipira. Então seu contato com a música vem desde a primeira infância. Aos 13 anos ganhou um teclado, iniciando seu estudo autodidata através de revistas e observando a atuação de músicos amigos. Logo depois iniciou aulas i