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Release/Histórico
Meados de 1998, eis que surge uma proposta de estudantes universitários, cansados com o velho sistema de entretenimento, criam uma proposta de diversão acessível para todos. Levavam o que podiam, frutas, bebidas e instrumentos musicais. Reuniam-se em locais públicos, ruas e praças, iniciando a confraternização e recebendo bem todos que chegavam. Surge então, o movimento conhecido por SAMANAH. A Transafônica Samanah foi formada no início de 2003, por elementos que conectados ao espírito Samanah, entoavam os cânticos nas reuniões em diversos ritmos e temas variados. O grupo levanta questões em suas músicas de atitude social, ambiental e psicológicas A proposta do grupo é questionar e informar de maneira divertida e descontraída, musical, fazendo musica arte. Diversas influências são percebidas nas entrelinhas sonoras que não se prendem a um estilo específico. Pode-se dizer que inventores londrinenses como Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção bebiam dessa mesma fonte, porém chamavam por outro nome energia criativa que brota do barro vermelho. ‘ ´
Componentes da Transa: Al Samanah - Guitarra Bê Samanah - Vocais Eik Samanah - Baixo Grillo Samanah - Gaita Gio Samanah - Gritos Mau Samanah - Tambores Barão Samanah - Violão, Teclas e Vocais.
Praticipações em festivais e apresentações do grupo: Teatro Zaqueu de Melo- musica e teatro- Londrina-2004 Festival Na Boca do Bode (Re-visão) -Londrina 1973-2005 Festival Demo Sul (Circuito Fora do Eixo)- Londrina- 2006 Festival Psicodália Carnaval- São Martinho-SC- 2007
Depoimentos: "Lembro bem... Arraiá Samanah na chácara do Paulão Rock Roll. Os marinheiros de primeira viagem já especulavam sobre a bebida enigmática: " Parece ter chá disso..." " Têm raiz daquilo..." Pra mim não importava... Se era groselha com pinga ou mescalina com vinho ou até mesmo a antiga Samuom Naaihidi com éter da raiz da mandioca, o que importava era a substância ser humano. Num crescendo peculiar, as pessoas começavam a conversar baixo e com movimentos comedidos e logo desabotinavam em intensa gritaria e movimentos rápidos, primevos. Como na música mesmo, começando baixinha e logo explodindo em refrão. A fogueira queimava longe e os músicos samanah já inebriavam com a entorpecente canção. Enquanto faíscavam o som e o público lampejava em júbilo, tive impressão de eles serem tão ancestrais quanto a sensação da fogueira queimando perto. Sim, senão as pessoas, ao menos aquele espírito era o mesmo daqueles homens em tempos remotos os quais chacoalhavam um pedaço de pau oco com sementes e emitiam grunhidos guturais estranhos, causando assombro num primeiro instante e descontração noutro." - Eduardo Bastos
"A banda fez um show envolvente, meio hippie, meio blues, meio rock¿n¿roll. Gio (vocal/guitarra) contou que a banda se define como hipppie metal ou rock cabelo loco. A formação da banda é variável e já tendo contado com teclado psicodélico e backings femininos, fez na noite de ontem um show com 3 guitarras, violão, harmônica, baixo e bateria numa empatia muito grande com o público. O vocalista do Samanah, contou que nos últimos meses a banda vem passando por uma fase de amadurecimento e consolidação da identidade. Temas ecológicos e de conscientização são comuns nas letras divertidas e fáceis de cantar. A banda ensaia com freqüência desde 98 e acaba de gravar um material de distribuição. O ep tem as músicas mais marcantes da banda que tem grandes chances de arrebatar o público e a crítica nacional.." - Talyta Singer (Cobertura do festival Demo