Release/Histórico
Com um som soturno e sofisticado, a DJ6 tem um pé no trip hop do Portishead, Massive Attack e Sneaker Pimps, e outro no experimentação pop do Radiohead, Broken Social Scene e Sonic Youth, transpondo suas influências com originalidade e estilo próprio.
Surgiu quando Bruno C. sentiu uma necessidade "fisiológica" de formar uma banda que levasse a sério seu mote de que "rock tem que doer", mas que ainda assim fosse pop. Para isso, chamou Julia Vaz (que diziam ser ótima vocalista, mas a quem ainda não havia visto cantar), Felipe Fortes (conhecida figura do underground carioca, ex-guitarrista e vocalista da Lírio Branco, banda carioca que teve certo reconhecimento na cena underground da cidade) e Bruno Fiuza (ex-baterista da Perla Siete).
As primeiras músicas da banda apresentam sutis texturas nas guitarras, melodias fortes e dinâmicas pouco usuais, costuradas com letras em português, francês e inglês. Recentemente, Fiuza amigavelmente deixou a banda. Os três integrantes restantes se preparam para a gravação de seu primeiro EP
Sem negar suas raízes brasileiras, os integrantes da DJ6 combinam seus gostos e influências internacionais numa fórmula que não se resume a nenhum estilo ou gênero dado.