Release/Histórico
Victor Carbone adotou o nome Esther Greenwood para criar o seu som, inspirado na personagem protagonista do romance “A Redoma de Vidro” de Sylvia Plath.
Seu primeiro álbum (Piano Malade) com 8 faixas, sendo a maioria delas, composições em francês (letras quase incompreensíveis), músicas feitas essencialmente a partir de um lap-top e a captação de sons de instrumentos inventados e improvisados. Um piano velho e desafinado e um teclado cassio ultrapassado como base da maioria das músicas e/ou dedilhados repetitivos num violão esquizofrênico, acrescentando sons de animais, batuques variados de objetos metálicos, sons retirados de máquinas, vento, chuva, trânsito, instrumentos de brinquedo, loops synth e samplers da voz meio-soprano espúria, tosca, melancólica e estranha deste solitário único integrante da EstherGreenwood. Música Eletrônica Experimental? Às vezes delicada e às vezes assustadora. Andrógina e romântica. Lo-fi no estilo "feito em casa".
Seu segundo álbum (Deux-Pièces) trás 11 faixas. É um álbum ainda mais experimental que o primeiro, pois flerta com batidas africanas, música indiana e japonesa, jazz.
O terceiro álbum (hurluberlu) trás também 11 faixas. Este álbum está ainda seguindo o lado experimental que os outros álbuns seguiram, mas está com uma sonoridade mais limpa, embora “freak”. Misturou piano de brinquedo e profissional, e brincou com samplers e programações e com sons inventados. Álbuns violões. Uma batida menos esquizóide. Experimental, new jazz, tem forte influência de spiritual, lap-top music e música indiana.
Lança agora em Setembro/2007 seu quarto álbum, ainda sem título, que trará novas experimentações. Estará aqui no TramaVirtual.