Release/Histórico
A mistura que deu certo
Quinta, 17 de novembro de 2005
Em 1999 nasceu uma banda com nome de carro, chamada Polara. Com um pouco de SP, um pouco do Rio, Porto Alegre e Osasco, o Polara nunca foi uma banda das mais comuns. Sendo quase uma torre de babel canarinha que surgiu por amizade e afinidades musicais. Os caras já tocavam há um tempão em outras bandas e estavam um pouco cansados dos sons que vinham levando.
Resolveram tocar um projeto novo, com uma sonoridade diferente do que rolava em SP na época, e com a maioria das letras em português (o que era coisa rara no underground daqui, no fim dos anos 90). Com as idéias na cabeça e alguns trocados pro ensaio, Rafael (que ainda era guitarrista do Planet Hemp) Carlinhos (guitarrista e vocalista do Againe) e Sato (ex-baixista do Mickey Junkies e naquele tempo integrante do grupo Mamelo Sound System) começaram uma nova empreitada: o Polara.
Em 1999 lançaram uma demo de produção bem caseira chamada Collouetil que serviu pra transformar o projeto em banda. A partir daí ganharam força e repercussão no meio underground e foi então, que um novo membro já bastante conhecido pela rapaziada do rock e hardcore de SP entrou pra banda. Maurício Takara (Hurtmold, ex-Small Talk) vestiu a guitarra e tocou com os caras até o fim de 2000, quando a banda voltou a ser um trio.
Foi só no ano de 2001, com a entrada de Daniel "Ganjaman", que o Polara voltou a contar de novo com duas guitarras em sua formação, desta vez permanentemente. Em 2002 rolou uma nova gravação, desta vez um split com a banda College, intitulado Não Use o Termo.
No mesmo ano Daniel saiu e Marinho (Hurtmold) assumiu a segunda guitarra fixando–se na formação até hoje. Mas as mudanças não pararam por aí. Em 2003 Felipe Narvaez (ex-Small Talk) entrou para a banda para tocar guitarra no lugar de Carlos Dias, que estava a fim somente de cantar.
Com esta formação o Polara grava seu primeiro disco Tempestade Bipolar” em 2004, e começou a pensar em shows para sua divulgação. Porém, quando tudo parecia normal, foi a vez de Felipe deixar o Polara e também o Brasil, partindo para o exterior onde vive atualmente.
Rafael rapidamente largou as baquetas e assumiu a guitarra que Felipe empunhava até então, a batera ficou a cargo de Fernando (Elma) que além de agregar seu talento, também somou à banda mais um sotaque: o mineiro. Recentemente o Polara vem se apresentando com seu mais novo membro: Cléber, no teclado.