Não foram apenas as bandas “consagradas” no meio independente que tiveram lugar na TramaVirtual este ano. Em 2007 criamos uma seção chamada Holofote, na qual escrevemos sobre bandas novas, geralmente ainda sem disco lançado, que chamaram nossa atenção por algum motivo. Quatorze artistas bacanas pra você ouvir e conhecer. Sem mais demoras, abaixo está uma compilação com todas as matérias da seção Holofote feitas por nossa equipe neste ano que passou.
The Alberto – Rio de Janeiro (RJ)Uma mistura redonda de folk e indie rock dos anos 90, o The Alberto é o projeto solo do carioca Aberto Mattos, também integrante da banda Nervoso e os Calmantes.
Ouça.Leia.Lafusa – Brasília (DF)Banda de Brasília que faz uma fusão de rock, samba e jazz ou, como os próprios costumam classificar, “fusiquê”, seja lá o que isso quer dizer.
Ouça.Leia.Incolores - Jaguará do Sul (SC)Lembra da Jovem Guarda? E do rock da década de 60? Pois é. O EP
Clichês em Alto Volume, diz a banda, é “repleto de ritmos de sacudir o esqueleto”.
Ouça.Leia.Manacá – Rio de Janeiro (RJ)Eles gostam de se chamar de uma banda de rock, mas o Manacá vai além disso, misturando ritmos regionais e folclóricos. O quarteto ainda conta com uma vocalista performática que costuma arrancar suspiros do público masculino.
Ouça.Leia.Marco Nalesso – São Paulo (SP)Multi-instrumentista, Marco Nalesso pode ser considerado um verdadeiro menino prodígio. Sua música tem fortes influências de gênios de trilhas-sonoras, como Ennio Morricone, além de grupos de post rock, como Explosions in the Sky.
Ouça.Leia.Acidogroove – Uberaba (MG)Os uberabenses do Acidogroove sabem como misturar boas pitadas de Los Hermanos, Strokes e a “mineirice” que tanto os caracteriza. Mas, na verdade, eles dizem que o som da banda é feito de “momentos”, já que o ouvinte nunca sabe o que esperar.
Ouça.Leia.Lab – São Paulo (SP)Mais um nome que se inspira nos nova-iorquinos do Strokes para fazer música. Pelo menos o Lab tem integrantes cativantes e usa a estética lo-fi a seu favor.
Ouça.Leia.Detroit - São Paulo (SP)Trio paulistano que tem Valentim como líder, responsável pela famosa casa de shows Outs, faz um rock duro, algo entre o stoner e a onda rocker “cueca de onça” encabeçada por nomes como Hellacopters e Backyard Babies. O trio lançou há alguns meses o EP
Força Motor, e acaba de lançar seu novo EP
Pomona.
Ouça.Leia.Gardenias - Belo Horizonte (MG)A banda tem mais de 15 anos, mas ainda não tinha alcançado a notoriedade que gostaria. Depois de lançar o disco
Sucessos Inéditos, em 2001, chamaram a atenção do público e de importantes produtores como Berna Cepas e Kassin, que produziram o novo trabalho dos mineiros,
Lindo Triste Mundo.
Ouça.Leia.The Tickets - São Paulo (SP)O The Tickets é uma banda paulistana influenciado pelo novo rock inglês. Até aí, nada de novo. Pelo menos até se ouvir a primeira demo dos caras. Muita personalidade mesclada a clichês gostosos e descompromissados. O primeiro disco está previsto para o próximo ano, parece que vem coisa boa por aí.
Ouça.Leia.Comma - São Paulo (SP)Formado por duas garotas, o Comma é o nome perfeito pra quem está cansado de ouvir aquele monte de bandas feministas que fazem o mesmo rockinho básico e quadrado de sempre. Só de ouvir o duo, que mistura folk e indie pop com muita competência, dá vontade de fazer um piquenique no Parque do Ibirapuera.
Ouça.Leia.Gangs of Bangs - São Paulo (SP)Ô molecada esquisita. Ainda assim, são irresistíveis. Como pode? Eles misturam rock com pitadas de metal e eurodance, não estão nem aí pra nada e ainda são irônicos sem parecerem chatos.
Ouça.Leia.Les Responsables - Porto Alegre (RS)Quantos franceses moram em Porto Alegre? Dizem por aí que a comunidade francesa que fica no Rio Grande do Sul é uma das maiores do mundo. Independente disso (ou não), o Les Responsables é um “rock francês com influências da música beat 60s, R&B, flertando com jazz, blues old school, chanson...”
Ouça.Leia.A Sea of Leaves - Santos (SP)Meus caros amigos, o Sea of Leaves merecia estar aqui só por citar o Broken Social Scene entre suas influências? Brincadeira. O trio santista é bom de verdade, e faz um indie rock com toques de shoegaze pra nenhum fã de My Bloody Valentine botar defeito.
Ouça.Leia.