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Release/Histórico
Remanescentes da antiga banda de hardrock Medarock juntam-se a 2 jovens músicos para formar um grupo de rock que tinha como único propósito a diversão. Assim nascia o The Rockfeller. Com Alex Cavalheri, o Fralda, nos teclados, Luís Henrique no contrabaixo, Rodrigo Tosetti nos vocais, Marcio Armoa na guitarra e Zé na bateria, a banda teve como primeiro compromisso a abertura do show da antiga Blues Band. No repertório, apenas 5 músicas: uma instrumental da banda ACDC, Deep Puple, Queen, Pink Floyd e um medley contendo várias bandas. O primeiro show marcou tanto o público quanto a banda. Após a apresentação, o The Rockfeller, na época somente Rockfeller, (nome dado pelo vocalista Rodrigo Tosetti e pelo tecladista Alex "Fralda" Cavalheri, sem uma explicação muito lógica para ele, talvez pelo fato de ser um nome poderoso nos EUA, que significava além de poder, também sucesso) começou a tocar constantemente no antigo Stones Blues Bar. Em pouco menos de uma semana, o repertório, que era de apenas 5 músicas, ampliou-se para 50. Algumas inovações foram implementadas como a utilização de samplers (trechos gravados previamente e tocados através de sintetizadores), tecnologia até então não empregada por nenhuma banda de rock da capital, trouxeram a atenção do público para o The Rockfeller.
Após alguns meses com várias apresentações, Rodrigo Tosetti resolve deixar a banda e entrar para o Bando do Velho Jack. Em seguida é recrutado o vocalista Paulo Afonso, um fiel seguidor da banda que sempre estava presente nos ensaios. Foi a química perfeita. Paulinho, com seu vocal único e performático ganhou a simpatia dos integrantes e de todo o público logo no primeiro show, e justamente dividindo o palco com o Bando do Velho Jack.
Depois de 4 anos de atividade, a banda resolve dar uma parada nas apresentações devido aos compromissos pessoais de cada integrante, voltado à ativa somente em janeiro de 2001. Mais experientes e com novas idéias, o The rockfeller agora realmente mergulha no estilo que sempre marcou suas apresentações: o Rock Progressivo.
Com um número menor de apresentações, a banda ganha a notoriedade no meio musical pela qualidade dos shows, sendo respeitada tanto pelo meio roqueiro, quanto por músicos de outros estilos.
No final do ano de 2002 Zé Antônio sai da banda por motivos profissionais e em seu lugar é recrutado o baterista Alex Kundera, integrante da banda Vaticano 69 e também músico da noite campograndense. No início, os integrantes a The Rockfeller ficaram meio inseguros com o novo baterista, mas no primeiro ensaio, Alex Kundera ganhou a confiança de todos, mostrando um entrosamento com os demais como se fosse membro fundador da banda. Novamente a quimica estava completa. Uma cozinha bem entrosada, guitarras e teclados sintonizados e um vocalista performático e que tinha o carisma de todos.
A mudança de baterista também imprimiu um novo pensamento dentro do grupo. Após 10 anos de existência, partipação em festivais universitários, a banda começa a compor trabalhos próprios. O grande catalizador foi o convite para a coletânea Bonustrack. Em menos de duas semanas a primeira música da The Rockfeller estava pronta: Tudo o que eu não precisava, uma legítima composição de rock progressivo com 7 minutos de duração, mostra a essência da banda. Essência essa apresentada no show de lançamento da cd, realizado no teatro Aracy Balabanian. Mas, para o lançamento, uma supresa ao público: novas composições! Espelhos, Meus amigos me fizeram uma linda canção e Viagem ao nada foram tocadas em um show metade inédito e metade tributo, onde um "pequeno medley" de 25 minutos com várias músicas de bandas que influenciaram a The Rockfeller foi mostrado à platéia. Ovacionado pelos fãs que lotaram o teatro, o show de lançamento está se tranformando em um cd demo que está para ser lançado e provisioramente entitulado "Ao vivo no Bônus". É a The Rockfeller fincando de vez sua condição de banda referênc
Mensagens
Músicas
Single(s)
Espelhos
Tudo o que eu não precisava
Viagem ao nada - Instrumental
Integrantes
Alex "Fralda" Cavalheri - Teclado Luis Henrique - Baixo Marcio Armoa - Guitarra Alex Kundera - Bateria Paulo Afonso - "Paulinho" - Voz
Influências
RUSH, QUEEN, DEEP PURPLE, YES, PINK FLOYD, AEROSMITH, VAN HALEN E LED ZEPPELIN